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Jafar Panahi leva sua história de superação ao grande tela na Mostra SP 2025, após duas décadas de banimento, e revela como a prisão inspirou seu premiado filme vencedor da Palma de Ouro

Quem esteve presente naMostra Internacional de Cinema em São Paulo 2025teve a oportunidade de assistir a alguns dos filmes mais impactantes do mercado nacional e internacional, com o direito de ouvir algumas palavras de realizadores em determinadas sessões.

Com exibição em 3 dias consecutivos, começando na segunda-feira (27),Foi Apenas Um Acidenterecebeu uma salva de palmas ao fim da sessão, ato que se repetiu com a entrada deJafar Panahina Sala Petrobras na Cinemateca Brasileira momentos depois. OAdoroCinemaesteve presente na ocasião.

Vencedor da Palma de Ouro doFestival de Cannesdeste ano, o longa acompanha um mecânico chamado Vanid que foi, certa vez, aprisionado pelas autoridades iranianas, interrogado de olhos vendados e torturado sem escrúpulos. Um dia, anos após os traumas do seu passado, ele encontra um homem que parece seu torturador. Impulsionado pela vingança, ele busca ajuda de outros ex-prisioneiros para tentar descobrir se o homem com quem cruzou é, de fato, o agente do Estado que os dilacerou emocional e fisicamente.

Visto como inimigo do regime iraniano, o cineasta foi condenado a seis anos de prisão e foi proibido de filmar por 20 anos. Ficou encarcerado por três meses em 2010 e, doze anos depois, passou mais sete meses preso. O período recente o ajudou a conceber a história de Foi Apenas um Acidente.

Depois de assistir ao filme, o público recebeu o diretor com entusiasmo e por quase meia hora Renata de Almeida, diretora da Mostra, conversou com ele sobre sua trajetória como uma dos nomes mais importantes do cinema global.

Jafar reafirmou que seu trabalho não é necessariamente político, mas parte de um cinema social, que, segundo ele, tem paralelos com o atual representante brasileiro na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional,O Agente Secreto. “Assisti ao filme do sr.[Kleber] Mendonçae percebi que a ideia [de cinema] é muito próxima, pois [o contexto] do ser humano aqui também é sofrido”.

Sobre seu período proibido de fazer filmes, sob constante vigilância, o cineasta reagiu com formas alternativas de produzir a sua arte. “Quando me condenaram, tomei esta decisão muito forte em minha vida. Foi um período muito forte psicologicamente para mim”, detalha.

Ele continua: “Então pensei comigo, ‘eles me condenaram a 20 anos proibido de trabalhar como cineasta, o que faço?’. Naquela época, meus estudantes da faculdade chegavam para mim e falavam: ‘Professor, o que fazemos se não podemos fazer filmes?’. Eu pensava: ‘vou reclamar também ou devo encontrar um caminho?'”, contou ele sobre o período que passou proibido de filmar.

O diretor, então, decidiu “não posso ficar parado” e começou a fazer um filme em casa, com uma câmera pequena. O resultado ficou registrado com o projeto documentalIsto Não É um Filme, que recebeu o título justamente para tentar escapar de uma possível retaliação do governo. Posteriormente, quando começou a trabalhar com um táxi, colocou uma câmera no carro com o pensamento “vou ser motorista, [mas] não posso parar de ser cineasta”.

“Quando fiquei livre dessa condenação, voltei para meu lugar. Aí comecei a fazer filmes das histórias das pessoas que eu escutava, especialmente da época em que estava na prisão”, disse ele sobre seus trabalhos recentes, especialmente pela concepção de Foi Apenas um Acidente, que estreia no circuito comercial brasileiro em 4 de dezembro.

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